O que dizem os clientes
Experiências reais, sem edição para o marketing
Reunimos aqui relatos de fábricas que passaram pela avaliação, pela implantação ou pelo suporte contínuo. Alguns funcionaram exatamente como esperado. Outros foram mais graduais.
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O que os clientes relataram
Roberto Cardoso
Gerente de Produção — Goiânia, GO
A avaliação de linha foi diferente do que eu esperava — eles saíram dizendo que dois dos três equipamentos que eu queria monitorar não justificariam o investimento agora. No início estranhei, mas entendi que era honestidade. Avançamos com o compressor e, após 4 meses, já evitamos uma parada que nos custaria cerca de R$ 8 mil em manutenção de emergência.
Junho de 2025
Marina Pedrosa
Proprietária — Brasília, DF
O processo levou mais tempo do que eu esperava — umas 5 semanas até o sistema estar estável. Mas a equipe foi transparente sobre isso desde o começo, e a documentação que entregaram foi algo que não vi em outros fornecedores. Hoje meu supervisor de manutenção consegue acompanhar os alertas sozinho.
Maio de 2025
Fernando Oliveira
Diretor Industrial — Luziânia, GO
Tenho fábrica de metal-mecânico com equipamentos dos anos 90. Fui ao primeiro contato com desconfiança — esse tipo de tecnologia soa bem em palestra, mas no chão de fábrica as coisas são outras. Eles foram lá, avaliaram, e propuseram uma solução que cabia no meu orçamento e na realidade dos meus equipamentos. Simples assim.
Junho de 2025
Cláudia Pacheco
Responsável pela Qualidade — Brasília, DF
Assino o suporte mensal há 7 meses. O que mais gosto é que a reunião mensal é objetiva — trazem os dados, explicam o que mudaram nos parâmetros e por que. Não vira uma venda de mais serviços. Quando sugeriram expandir para uma segunda máquina, apresentaram justificativa baseada nos dados dos primeiros meses. Fez sentido e avançamos.
Julho de 2025
Alexandre Viana
Supervisor de Manutenção — Anápolis, GO
O relatório de avaliação foi direto: indicou que nossa fresa era o candidato mais claro para monitoramento, mas alertou que o retorno dependeria de reduzirmos a variabilidade do processo de lubrificação primeiro. Fizemos isso. Depois de 2 meses ajustando a rotina, implantamos os sensores. Agora os alertas fazem sentido.
Maio de 2025
Luciana Ferreira
Sócia-gestora — Brasília, DF
Fiz a avaliação e o relatório recomendou não prosseguir com a implantação por enquanto. Eles foram claros: meu volume de produção ainda não justificaria o custo. Fiquei frustrada no momento, mas apreciei a honestidade. Estão me acompanhando informalmente e devemos retomar a discussão no próximo trimestre, quando o volume deve crescer.
Junho de 2025
Estudos de Caso
Como o processo se desenvolveu em dois casos
Caso 01 — Fábrica de Alimentos Processados — Goiânia
Compressor de câmara fria com histórico de falhas no turno noturno
Situação Inicial
O compressor principal da câmara fria falhava em média 1,8 vezes por mês, sempre fora do horário comercial. Cada parada gerava custo de manutenção de emergência entre R$ 2.500 e R$ 4.000, mais o risco de perda de mercadoria.
Abordagem
Após a Avaliação de Linha (R$ 350), identificamos o compressor como candidato claro. A Manutenção Preditiva foi implantada em 4 semanas com sensores de vibração e temperatura. Levamos 6 semanas para calibrar os limiares com base nos dados históricos.
Resultado (5 meses)
Duas paradas antecipadas no período, com manutenção planejada no horário comercial. Custo médio por intervenção caiu de R$ 3.200 para R$ 680. Nenhuma falha não antecipada nos últimos 3 meses de acompanhamento.
"O sistema não é perfeito — tivemos dois falsos alarmes nos primeiros meses. Mas aprendemos a calibrar e hoje a equipe sabe distinguir um alerta real de um ruído."
— Roberto Cardoso, Gerente de Produção
Caso 02 — Metalúrgica — Luziânia, GO
Torno CNC com desgaste de rolamentos difícil de monitorar visualmente
Situação Inicial
O desgaste dos rolamentos do torno só era percebido quando já havia impacto na qualidade das peças. As trocas preventivas eram feitas por intervalo de tempo, o que gerava substituições desnecessárias em alguns meses e falhas em outros.
Abordagem
Instalamos sensores de vibração em frequências específicas para desgaste de rolamento. O período de observação inicial foi de 8 semanas para estabelecer a linha de base de funcionamento normal. Os limiares foram definidos com base nesse período, não em tabelas genéricas.
Resultado (7 meses)
Três trocas planejadas de rolamentos no período, todas antecipadas com 4 a 9 dias. Nenhuma falha em operação. A frequência de trocas preventivas por intervalo fixo foi reduzida — as trocas agora ocorrem quando os dados indicam, não pelo calendário.
"Esperava algo mais complicado de operar. Na prática, o supervisor olha o painel uma vez por turno. Quando tem alerta, ele me aciona. Simples o suficiente para funcionar."
— Fernando Oliveira, Diretor Industrial
Números
Nossa trajetória em dados
4+
Anos de operação
38
Avaliações realizadas
21
Implantações ativas
4.6
Avaliação média
Informações de Contato
Telefone
+55 (61) 3327-6142Endereço
SCS Quadra 2, Bloco C, 54
Asa Sul, Brasília - DF
Atendimento
Seg–Sex: 8h às 18h
Sáb: 9h às 13h
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